Política
Ana Mendes Godinho lança críticas ao pacote laboral
A antiga ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, acusa o Governo de querer aprovar uma contra-reforma laboral, que só vai enfraquecer os trabalhadores.
A socialista diz que, nem com maquilhagem, é possível passar uma imagem positiva do pacote que vai a discussão, no Parlamento, no dia 18 de junho.
A antiga ministra também avisa os deputados que vão votar esta lei, de que a posição que assumirem vai ficar para a história. Declarações de Ana Mendes Godinho, antiga ministra do Trabalho do PS, há pouco no ISCTE, em Lisboa, durante a apresentação de um livro sobre as reformas laborais implementadas em Portugal e em Espanha.
Também no ISCTE está a ministra espanhola do Trabalho, Yolanda Díaz, aplaudiu a mobilização dos trabalhadores para a greve geral da passada quarta-feira e sublinhou que a intenção do Governo português é de tornar as relações laborais mais precárias e enfraquecer os sindicatos. As críticas da vice-presidente do Governo espanhol, de passagem por Lisboa, a pronunciar-se sobre as propostas de alteração à lei do trabalho, que o Governo pretende aprovar no Parlamento.
Propostas que não tiveram o acordo da UGT e que levaram a CGTP a convocar uma greve geral, que decorreu na última quarta-feira.
A antiga ministra também avisa os deputados que vão votar esta lei, de que a posição que assumirem vai ficar para a história. Declarações de Ana Mendes Godinho, antiga ministra do Trabalho do PS, há pouco no ISCTE, em Lisboa, durante a apresentação de um livro sobre as reformas laborais implementadas em Portugal e em Espanha.
Também no ISCTE está a ministra espanhola do Trabalho, Yolanda Díaz, aplaudiu a mobilização dos trabalhadores para a greve geral da passada quarta-feira e sublinhou que a intenção do Governo português é de tornar as relações laborais mais precárias e enfraquecer os sindicatos. As críticas da vice-presidente do Governo espanhol, de passagem por Lisboa, a pronunciar-se sobre as propostas de alteração à lei do trabalho, que o Governo pretende aprovar no Parlamento.
Propostas que não tiveram o acordo da UGT e que levaram a CGTP a convocar uma greve geral, que decorreu na última quarta-feira.